• Desenvolvimento web e software
  • Sediados em Portugal, a trabalhar internacionalmente
  • Comece projetos elegíveis com 10%
  • Websites, sistemas de reservas e software
  • PT · EN · NL · ES
  • Da ideia ao lançamento e à gestão contínua
  • WebCastelo Care disponível após o lançamento
Saltar para o conteúdo principal
Websites

Site lento? Como a velocidade afeta o Google e as suas vendas

A velocidade influencia diretamente a experiência de quem visita e, de forma indireta mas real, a visibilidade em pesquisa. As causas habituais são imagens pesadas, excesso de scripts externos e alojamento fraco.

SylvainFundador, WebCasteloAtualizado a 20 de agosto de 20263 min de leitura
Ilustração editorial de rastos de luz em movimento à volta de um anel de vidro, a representar velocidade de carregamento

Porque é que a velocidade importa

Quem chega a um site em rede móvel decide em poucos segundos se espera ou volta atrás. Cada segundo de espera reduz o número de pessoas que chega ao formulário, ao carrinho ou ao número de telefone. O efeito comercial aparece muito antes de qualquer variação de posições na pesquisa.

Como o Google usa a velocidade

A experiência de página é um dos muitos fatores considerados. Não substitui relevância: uma página excelente e lenta pode continuar a aparecer acima de uma página rápida e irrelevante. Mas entre páginas semelhantes, a experiência conta, e o efeito no comportamento dos visitantes acaba por reforçar a diferença.

As métricas que interessam

MétricaO que medeO que costuma causar problemas
Maior elemento visívelTempo até o conteúdo principal aparecerImagens de destaque pesadas, tipos de letra e alojamento lento
Estabilidade visualSe o conteúdo salta durante o carregamentoImagens sem dimensões definidas, banners e anúncios inseridos depois
Resposta à interaçãoRapidez de reação a cliques e toquesExcesso de scripts a executar ao mesmo tempo
Meça sempre em telemóvel e com dados de utilizadores reais quando existirem.

Causas mais frequentes

Imagens e vídeo

Fotografias exportadas com milhares de pixéis de largura para serem mostradas em ecrãs pequenos são o problema mais comum. Formatos modernos, dimensões corretas, compressão adequada, carregamento diferido para o que está fora do ecrã e vídeos que não arrancam sozinhos resolvem grande parte do peso.

Scripts externos

Rastreadores, mapas, widgets de chat, botões sociais e ferramentas de teste acumulam-se. Cada um adiciona pedidos e trabalho ao dispositivo. Vale a pena listar o que está instalado e remover tudo o que ninguém usa.

Alojamento e cache

Servidores partilhados sobrecarregados, ausência de cache e distribuição sem rede de entrega de conteúdos penalizam sobretudo visitantes distantes. Para público internacional, a diferença é notória. Este é um dos motivos para tratarmos alojamento e infraestrutura como parte do projeto e não como um detalhe.

Excesso de construtores visuais

Camadas sucessivas de módulos e efeitos geram código pesado. Um site rápido normalmente é um site com menos coisas a acontecer ao mesmo tempo.

Melhorias práticas por ordem de retorno

  1. 1Corrigir as imagens da página inicial e das páginas de serviço mais visitadas.
  2. 2Remover scripts que não são usados para decidir nada.
  3. 3Ativar cache e compressão no servidor.
  4. 4Definir dimensões de imagens e reservar espaço para elementos que carregam depois.
  5. 5Reduzir tipos de letra e variantes carregadas.
  6. 6Avaliar o alojamento se o tempo de resposta do servidor continuar alto.

Como saber onde está o problema

Comece por medir as páginas que geram negócio, não apenas a página inicial. Compare o tempo de resposta do servidor com o tempo de renderização no dispositivo, porque as soluções são diferentes. Se o servidor demora, o problema é infraestrutura. Se o servidor responde depressa e a página continua lenta, o problema está no que a página carrega.

Sobre o autor

Sylvain

Fundador, WebCastelo

Sylvain é fundador da WebCastelo e trabalha todos os dias com websites, lojas online, sistemas de reservas, software à medida, SEO e publicidade digital para empresas em Portugal e no resto da Europa. Escreve sobre o que vê nos projetos reais: o que funciona, o que custa dinheiro sem retorno e o que vale a pena fazer primeiro.

Voltar ao blog